Alguém já se sentiu mal por sempre chatear quem gosta? Ou por perceber que sempre chateia quem gosta?
Pois é, sempre faço isso. Tenho esse maldito dom.
Tento ser amiga, me ferro; tento ser namorada, me ferro; tento ser filha, me ferro... Qual o meu problema? O que tem de errado comigo?
Será que as minhas atitudes, o modo com eu penso, o modo com vejo e encaro a vida é tão diferente assim do resto?
Será que isso sempre vai me afastar assim das pessoas?
Eu realmente não sei a resposta e nem pretendo ficar atrás dela...
O propósito que tenho com a vida é ser sincera, honesta com as pessoas que gosto e acredito que isso é o certo. É claro que sempre vou tentar me corrigir quando necessário, quando achar que estava mesmo errada.
O que me deixa péssima é que nunca acerto. Tento corrigir e acabo errando de novo.
E eu não desejo a ninguém o que estou sentindo agora, esse desprezo, esse nojo de mim. --'
Espero um dia conseguir não magoar mais ninguém... E espero pacientemente que faça pelo menos uma pessoa na vida feliz...
.Beeeijos e desculpaas a todos que chateei de alguma forma. :**
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
O grande dilema da vida.
Não sei bem o que escrever aqui; sei o que escrever, mas não sei como abordar.
Ontem, uma amigo querido estava se queixando de se sentir "usado" por um companheiro, e isso me fez lembrar do quão comum é essa situação, do quanto reclamamos disso e do quanto cometemos isso.
A mesma situação já aconteceu comigo, como provavelmente já aconteceu com você. Apoiamos uma pessoa, gastamos parte do nosso tempo nos dedicando a fazer dessa uma pessoa melhor, mais humana, mais amável e amada, mais feliz... E o que essa nos dá em troca? Nada. Absolutamente nada. Nenhum reconhecimento, nenhum agradecimento. NADA!
Ontem, uma amigo querido estava se queixando de se sentir "usado" por um companheiro, e isso me fez lembrar do quão comum é essa situação, do quanto reclamamos disso e do quanto cometemos isso.
A mesma situação já aconteceu comigo, como provavelmente já aconteceu com você. Apoiamos uma pessoa, gastamos parte do nosso tempo nos dedicando a fazer dessa uma pessoa melhor, mais humana, mais amável e amada, mais feliz... E o que essa nos dá em troca? Nada. Absolutamente nada. Nenhum reconhecimento, nenhum agradecimento. NADA!
O máximo que fazem por você é lembrar da sua existência nos problemas.
Eu, tento ser a melhor amiga possível por amor e realmente me dedico a isso. O mínimo que espero é que a pessoa, ao menos, finja tentar o mesmo. Mas nem isso.
Fico em uma situação chata, num dilema: falo do que sinto talvez parecendo ridícula (dotipo:olhaaminhacarência) ou não falo nadar por essa pessoa não vale a pena? O que fazer?
Espero que quem ler esse post, analise suas atitudes com seus amigos. Veja quem te apoia, quem te ajuda e retribua o gesto. Não dói e não custa nada, além de ser gratificante (naminhahumildeopinião,claro)!
Um grande beijo à todos que se dedicam aos amados! :**
Eu, tento ser a melhor amiga possível por amor e realmente me dedico a isso. O mínimo que espero é que a pessoa, ao menos, finja tentar o mesmo. Mas nem isso.
Fico em uma situação chata, num dilema: falo do que sinto talvez parecendo ridícula (dotipo:olhaaminhacarência) ou não falo nadar por essa pessoa não vale a pena? O que fazer?
Espero que quem ler esse post, analise suas atitudes com seus amigos. Veja quem te apoia, quem te ajuda e retribua o gesto. Não dói e não custa nada, além de ser gratificante (naminhahumildeopinião,claro)!
Um grande beijo à todos que se dedicam aos amados! :**
sábado, 7 de fevereiro de 2009
Sim, eu sou completamente apaixonada pelo Jabor!
Como parar de se preocupar e amar o crash
O crash é bom. Vai nos dar uma consciência mais humilde de nossos limites. Até que enfim, algo está acontecendo, depois de meses de suspense.
O crash traz uma nova era; terrível ou não, alguma verdade vem ai. Como chamá-la? A pós-pós-modernidade? O pós-apocalipse? A ”desglobalização”? A única coisa que não será “pós” é a burguesia, claro. Não há “pós-burguesia”.
O crash é bom para fracassados, pois estão desculpados. O crash é ruim para catastrofistas; que farão agora? O crash é bom para o contato com o absurdo. Neste sentido, o crash é filosófico.
Beckett e Cioran serão livros de auto-ajuda.
Ficaremos mais espiritualizados com o crash. Num primeiro momento o horror, bolsas caindo, grana sumindo. Depois, a paz do inevitável, a calma da desgraça assumida – vejam o rosto pacífico dos famintos do Sudão. A fome traz uma paz desesperançada. O crash trará uma súbita revivência de faquires. O crash vai mostrar que a voracidade consumista não é a única maneira de viver. Vai nos fazer mais magros e mais frugais. Ficaremos mais elegantes com o crash. Crash chic.
O crash nos mostrará que há dois medos diversos: o medo "mano” e o medo playboy, medo periférico e medo “Jardins”. O maior medo é dos investidores – pobre já está no crash há tempos; terá apenas que realocar sua falta de recursos.
O crash é bom porque vai nos lembrar que não temos nada a perder, a não ser nossos liquidificadores. O crash vai apagar um pouco do sorriso dos colunáveis sorrindo nas revistas. O crash vai fechar a Caras. O crash vai provocar uma onda de suicídios de milionários diante dos olhos calmos dos miseráveis vingados. Com menos importação de BMWs, vai melhorar o trânsito de São Paulo. O crash vai instalar humildade nas almas yuppies. Vai acabar com suspensórios floridos e gravatas de pintinhas...
O crash vai acabar com os anúncios globais da IBM, unindo negros felizes na Nigéria com amarelos felizes na Mongólia e brancos felizes no Canadá. O crash vai mostrar que os EUA também não fizeram o “dever de casa”, como nos acusam. O crash vai obrigar a criação de um “neokeynesianismo transnacional”, como disse o Kurz, que é um gênio. O Soros vai chorar, Greenspan está falando em justiça social, japoneses vão restaurar a grandeza perdida por Mishima.
O crash vai trazer os hippies de volta, as drogas lisérgicas, o artesanato de couro. O crash é bom porque vai reviver a poesia, a arte, mortas pelo mercado. O crash é uma renascença. Haverá uma estética do crash. O crash vai entrar na moda, roupas recicladas, maior inventividade, sem luxo. Vai ressurgir a povera.
No crash teremos mais tempo para ler. O crash vai criar escolas filosóficas: o “pirronismo” absoluto, a escatologia escatológica: “a merda está no fim da história” (uma espécie de Hegel de costas) e um neoniilismo pragmático.
O neomarxismo será in, o neogetulismo também. Haverá bares de intelectuais fumando na madrugada, cheios de esperançoso pessimismo.
Os filmes americanos ficaram felizes e musicais como no tempo do crash de 29. Fred Astaire vai dançar com Ginger Rogers de novo. O crash acaba com os filmes de grande produção. O crash vai acabar com os Titanics. Graças a Deus. O crash vai nos livrar dos grandes shows de rock, das grandes bandas revoltadas, vai nos livrar dos World Trade Centers, dos best-sellers, das supercervejarias, dos Canecões, da publicidade com homens escalando geleiras e voando no Himalaia. O crash acabará com a dança do tchan. Será a dança do crash.
Com a nova guerra fria entre russos e americanos, indianos e paquistaneses, Oriente e Ocidente usando Antrax contra Tomahawks, teremos a restauração da beleza da morte e não mais sua banalização pelos Van Dammes e Stallones. O crash vai trazer um novo sabor de verdade a esta ópera-bufa que vivemos. Acaba o pastelão e começa a tragédia real.
O crash vai acabar com esse tédio administrativo e mercadológico. O crash será um thrill para nossas vidas. A paz é chata; parece filme iraniano. A guerra é que é legal, como filme de ação.
O crash vai também revitalizar o inútil, a importância do nada, da ausência de urgências, uma saudável tristeza vil. O crash vai acabar com a arrogância do capitalismo, com sua idéia de progresso sem fim. O progresso sem significado faz da vida um acontecimento sem significado. O crash vai acaba com os programas espaciais e nos fazer voltar os olhos para a Terra.
O crash vai acabar com esse bom senso insuportável que nos rege. Vai restaurar novos anos 60. Neobeatles virão... O crash vai acabar com os emergentes. Sem consumo, o crash vai estimular o sexo... Já que não teremos nada a fazer. E também vai justificar broxadas: “minha filha... desculpe... é o crash...”. O crash vai acabar com o grande movimento em aeroportos e diminuirá sensivelmente o numero de barrigudos falando alto em celulares. O crash fecha Miami.
O crash é retro, delicioso – voltaremos aos anos 50, de onde nunca saímos, na verdade. O crash vai nos tirar a ansiedade cansativa e nos dar finalmente a repousante depressão.
O único problema do crash é que ele vai revitalizar os fascismos. A Rússia vai ser fasci-comuna, chantageando o Ocidente com bombas, a China também. E isto, naturalmente, poderá causar uma guerra total, na qual morreremos todos, já que o espetáculo da História humana foi esse vexame milenar de busca de esperanças vãs, também isto é bom. O crash é bom para acabar conosco, esta raça daninha que atrapalho o livre curso da natureza. Logo, não se preocupe.(texto de Arnaldo Jabor em "A invasão das salsichas gigantes e outros escritos")
Um grande beijo aos amantes de Karl Marx e suas teorias! :**
O crash é bom. Vai nos dar uma consciência mais humilde de nossos limites. Até que enfim, algo está acontecendo, depois de meses de suspense.
O crash traz uma nova era; terrível ou não, alguma verdade vem ai. Como chamá-la? A pós-pós-modernidade? O pós-apocalipse? A ”desglobalização”? A única coisa que não será “pós” é a burguesia, claro. Não há “pós-burguesia”.
O crash é bom para fracassados, pois estão desculpados. O crash é ruim para catastrofistas; que farão agora? O crash é bom para o contato com o absurdo. Neste sentido, o crash é filosófico.
Beckett e Cioran serão livros de auto-ajuda.
Ficaremos mais espiritualizados com o crash. Num primeiro momento o horror, bolsas caindo, grana sumindo. Depois, a paz do inevitável, a calma da desgraça assumida – vejam o rosto pacífico dos famintos do Sudão. A fome traz uma paz desesperançada. O crash trará uma súbita revivência de faquires. O crash vai mostrar que a voracidade consumista não é a única maneira de viver. Vai nos fazer mais magros e mais frugais. Ficaremos mais elegantes com o crash. Crash chic.
O crash nos mostrará que há dois medos diversos: o medo "mano” e o medo playboy, medo periférico e medo “Jardins”. O maior medo é dos investidores – pobre já está no crash há tempos; terá apenas que realocar sua falta de recursos.
O crash é bom porque vai nos lembrar que não temos nada a perder, a não ser nossos liquidificadores. O crash vai apagar um pouco do sorriso dos colunáveis sorrindo nas revistas. O crash vai fechar a Caras. O crash vai provocar uma onda de suicídios de milionários diante dos olhos calmos dos miseráveis vingados. Com menos importação de BMWs, vai melhorar o trânsito de São Paulo. O crash vai instalar humildade nas almas yuppies. Vai acabar com suspensórios floridos e gravatas de pintinhas...
O crash vai acabar com os anúncios globais da IBM, unindo negros felizes na Nigéria com amarelos felizes na Mongólia e brancos felizes no Canadá. O crash vai mostrar que os EUA também não fizeram o “dever de casa”, como nos acusam. O crash vai obrigar a criação de um “neokeynesianismo transnacional”, como disse o Kurz, que é um gênio. O Soros vai chorar, Greenspan está falando em justiça social, japoneses vão restaurar a grandeza perdida por Mishima.
O crash vai trazer os hippies de volta, as drogas lisérgicas, o artesanato de couro. O crash é bom porque vai reviver a poesia, a arte, mortas pelo mercado. O crash é uma renascença. Haverá uma estética do crash. O crash vai entrar na moda, roupas recicladas, maior inventividade, sem luxo. Vai ressurgir a povera.
No crash teremos mais tempo para ler. O crash vai criar escolas filosóficas: o “pirronismo” absoluto, a escatologia escatológica: “a merda está no fim da história” (uma espécie de Hegel de costas) e um neoniilismo pragmático.
O neomarxismo será in, o neogetulismo também. Haverá bares de intelectuais fumando na madrugada, cheios de esperançoso pessimismo.
Os filmes americanos ficaram felizes e musicais como no tempo do crash de 29. Fred Astaire vai dançar com Ginger Rogers de novo. O crash acaba com os filmes de grande produção. O crash vai acabar com os Titanics. Graças a Deus. O crash vai nos livrar dos grandes shows de rock, das grandes bandas revoltadas, vai nos livrar dos World Trade Centers, dos best-sellers, das supercervejarias, dos Canecões, da publicidade com homens escalando geleiras e voando no Himalaia. O crash acabará com a dança do tchan. Será a dança do crash.
Com a nova guerra fria entre russos e americanos, indianos e paquistaneses, Oriente e Ocidente usando Antrax contra Tomahawks, teremos a restauração da beleza da morte e não mais sua banalização pelos Van Dammes e Stallones. O crash vai trazer um novo sabor de verdade a esta ópera-bufa que vivemos. Acaba o pastelão e começa a tragédia real.
O crash vai acabar com esse tédio administrativo e mercadológico. O crash será um thrill para nossas vidas. A paz é chata; parece filme iraniano. A guerra é que é legal, como filme de ação.
O crash vai também revitalizar o inútil, a importância do nada, da ausência de urgências, uma saudável tristeza vil. O crash vai acabar com a arrogância do capitalismo, com sua idéia de progresso sem fim. O progresso sem significado faz da vida um acontecimento sem significado. O crash vai acaba com os programas espaciais e nos fazer voltar os olhos para a Terra.
O crash vai acabar com esse bom senso insuportável que nos rege. Vai restaurar novos anos 60. Neobeatles virão... O crash vai acabar com os emergentes. Sem consumo, o crash vai estimular o sexo... Já que não teremos nada a fazer. E também vai justificar broxadas: “minha filha... desculpe... é o crash...”. O crash vai acabar com o grande movimento em aeroportos e diminuirá sensivelmente o numero de barrigudos falando alto em celulares. O crash fecha Miami.
O crash é retro, delicioso – voltaremos aos anos 50, de onde nunca saímos, na verdade. O crash vai nos tirar a ansiedade cansativa e nos dar finalmente a repousante depressão.
O único problema do crash é que ele vai revitalizar os fascismos. A Rússia vai ser fasci-comuna, chantageando o Ocidente com bombas, a China também. E isto, naturalmente, poderá causar uma guerra total, na qual morreremos todos, já que o espetáculo da História humana foi esse vexame milenar de busca de esperanças vãs, também isto é bom. O crash é bom para acabar conosco, esta raça daninha que atrapalho o livre curso da natureza. Logo, não se preocupe.(texto de Arnaldo Jabor em "A invasão das salsichas gigantes e outros escritos")
Um grande beijo aos amantes de Karl Marx e suas teorias! :**
segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
change.gov (a la Obama)
Ok. Não tenho mente suficiente pra escrever algo descente aqui...
Se bem que tenho uma crítica que talvez dê "pano pra manga".
Ontem dia 25/01/09, eu assistia ao fantástico, que há eras não via porque achava muito cheio de futilidades, e durante um bom período dele só se falou do atual presidente dos EUA com sua dancinha nas comemorações de posse, dos cabelo chapado das suas filhas (que levaram ao alisamento do cabelo dos filhos do Edson - Edson&Hudson, acho) e finalmente dos vestidos sem graça da primeira dama norte-americana.. --'
Agora, analisemos: o que muda na história mundial se a dança do Obama é mais coordenada que a do Bush? Qual é a utilidade de falar do alisamento do cabelo das filhas idiotinhas e alienadas dele [e claro, não podemos nos esquecer do Vitor (o filho indignado que tinha o cabelo enrolado e queria ser EMO) e da Vitória, que queriam porque queriam o cabelo liso e conseguiram]? E por que eu quero saber se a 1ª dama se veste coerentemente para que as pessoas não prestem mais atenção na roupa dela do que no marido? Me digam, por favor!
Eu estou pouco me fudendo se ela tem personalidade e é uma mulher forte e independente. Não ligo mesmo!
Mas o que mais me revolta, é a falta de capacidade do jornalismo brasileiro preencher o tempo com coisas verdadeiramente interessantes. O mundo está se afundando na crise economica mundial, e nós estamos analisando o vestido da outra! ABSURDO...
O que eu queria ver do novo dono do mundo é se ele realmente se importa com os parentes africanos dele; se ele vai tentar resolver os conflitos africanos e arabes que sua pátria com seu dedo podre, ajudou a criar; se ela terá a força necessária para não se tornar e deixar suas filhas se tornarem arrogantes como todos os outros norte-americanos; se ele conseguirá deter seu próprio país de desencadear um conflito nuclear... É esse tipo de matéria que o povo brasileiro deveria ver, que deveria QUERER ver. Mas não. Somos todos uns idiotas perdendo tempo com esse tipo de informação banal.
Nos dizemos civilizados, mas a maioria não sabe a diferença de uma Srta. para uma Sra., tem quem diga que é a idade... oO
Nos dizemos espertos elegendo corruptos com a desculpa de que " roubam, mas fazem!".
Nos dizemos maduros não indo à escola, engravidando aos 14 e contraindo doenças venéreas.
E ainda temos coragem de nos sentir ofendidos com a classificação " país sub-desenvolvido".
Por mais que eu odeie os Estados Unidos e seus conterrâneos, tenho que admitir que eles lá fizeram a diferença nessas eleições. Que eles impuseram a sua vontade elegendo o "homem da mente aberta", das soluções certas. Espero...
Tenho esperança (não fé, porque uma parte de mim duvida muito disso) de que um dia a minha nação se imponha ante as vontades dos governantes, que vamos querer conteúdo bom nas televisões e jornais, que meus netos vivam num "país desenvolvido". No 1º mundo!
Ainda quero governantes inteligentes, com ideais nobres e sagacidade.
Um beijo a todos que anseiam por grandes e arrebatoras mudanças. :**
Se bem que tenho uma crítica que talvez dê "pano pra manga".
Ontem dia 25/01/09, eu assistia ao fantástico, que há eras não via porque achava muito cheio de futilidades, e durante um bom período dele só se falou do atual presidente dos EUA com sua dancinha nas comemorações de posse, dos cabelo chapado das suas filhas (que levaram ao alisamento do cabelo dos filhos do Edson - Edson&Hudson, acho) e finalmente dos vestidos sem graça da primeira dama norte-americana.. --'
Agora, analisemos: o que muda na história mundial se a dança do Obama é mais coordenada que a do Bush? Qual é a utilidade de falar do alisamento do cabelo das filhas idiotinhas e alienadas dele [e claro, não podemos nos esquecer do Vitor (o filho indignado que tinha o cabelo enrolado e queria ser EMO) e da Vitória, que queriam porque queriam o cabelo liso e conseguiram]? E por que eu quero saber se a 1ª dama se veste coerentemente para que as pessoas não prestem mais atenção na roupa dela do que no marido? Me digam, por favor!
Eu estou pouco me fudendo se ela tem personalidade e é uma mulher forte e independente. Não ligo mesmo!
Mas o que mais me revolta, é a falta de capacidade do jornalismo brasileiro preencher o tempo com coisas verdadeiramente interessantes. O mundo está se afundando na crise economica mundial, e nós estamos analisando o vestido da outra! ABSURDO...
O que eu queria ver do novo dono do mundo é se ele realmente se importa com os parentes africanos dele; se ele vai tentar resolver os conflitos africanos e arabes que sua pátria com seu dedo podre, ajudou a criar; se ela terá a força necessária para não se tornar e deixar suas filhas se tornarem arrogantes como todos os outros norte-americanos; se ele conseguirá deter seu próprio país de desencadear um conflito nuclear... É esse tipo de matéria que o povo brasileiro deveria ver, que deveria QUERER ver. Mas não. Somos todos uns idiotas perdendo tempo com esse tipo de informação banal.
Nos dizemos civilizados, mas a maioria não sabe a diferença de uma Srta. para uma Sra., tem quem diga que é a idade... oO
Nos dizemos espertos elegendo corruptos com a desculpa de que " roubam, mas fazem!".
Nos dizemos maduros não indo à escola, engravidando aos 14 e contraindo doenças venéreas.
E ainda temos coragem de nos sentir ofendidos com a classificação " país sub-desenvolvido".
Por mais que eu odeie os Estados Unidos e seus conterrâneos, tenho que admitir que eles lá fizeram a diferença nessas eleições. Que eles impuseram a sua vontade elegendo o "homem da mente aberta", das soluções certas. Espero...
Tenho esperança (não fé, porque uma parte de mim duvida muito disso) de que um dia a minha nação se imponha ante as vontades dos governantes, que vamos querer conteúdo bom nas televisões e jornais, que meus netos vivam num "país desenvolvido". No 1º mundo!
Ainda quero governantes inteligentes, com ideais nobres e sagacidade.
Um beijo a todos que anseiam por grandes e arrebatoras mudanças. :**
domingo, 28 de dezembro de 2008
um balanço...
Então comecemos...
Lendo o blog da minha digníssima prima Nay, resolvi falar sobre o ano que se passa (2008).
O fato é que pra mim ele foi bem insosso, bem sem graça.
Reforcei algumas amizades, conheci algumas pessoas legais, percebi que uma verdadeira amizade nunca morre mesmo e fiquei muito feliz com isso! Passei no vestibular, perdi a matrícula e consequentemente a vaga na universidade. Não fiz cursinho e prestei de novo no fim do ano, passei e já tenho meu RA!
Tive experiências, que não são propriamente ditas amorosas, terríveis :O
Mas conheci um carinha que valeu a pena, que me deu esperanças pra achar que exista alguém diferente do meu pai e da maioria dos homens que conheço; alguém em que me passou confiança e que fez eu me sentir uma mulher (ou menina, garota, whatever) bonita, com uma auto-estima um pouquinho melhor. O meu namorado! :))
Sabe, pode ser que eu esteja apaixonada e vendo tudo cor de rosa, mas ele fez a diferença pra mim. me fez ver que tenho algum valor... Me faz bem.
Perdi o Thor tão amado, mas a Hera voltou. Senti isso meio que como uma recompensa, um afago. Sinceramente, eu até que tenho sorte na vida... Não posso reclamar muito. Acho que sempre que perco algo, acabo recebendo um contrapeso.
Tive duas perdas de elos familiares esse ano, é vários durante a minha curta vida. Mas os que sobraram se fortaleceram e ficaram mais belos, mais invejáveis. Isso me deixa feliz.
Perdi peso, mas fiquei mais sedentária. =[
Sofri com algumas coisas, porém aprendi a lidar de uma forma boa com elas; aprendi a usá-las como uma alavanca para crescer. Acho que isto é muito melhor do que só receber acontecimentos bons.
Acho que aquela frase que eu não lembro, mas que é mais ou menos assim ''o que te dignifica não é como lida com o fracasso, mas sim com a vitória'' (algo assim...), me fez ver o quanto as pessoas não sabem lidar com a vitória, o quanto elas se perdem por causa desta... O quanto se tornam arrogantes e prepotentes.
Eu acredito que esse ano cresci como pessoa, que encarei meus medos e meus problemas, aprendi a lidar com a derrota, com a vitória e a escutar críticas sem pirar.
Me comportei bem e fiz o melhor que pude.
Espero que 2009 seja um ano de revelações, de alegrias e de crescimento pessoal.
Desejo a todos uma ano saudável e feliz, que as pessoas não exagerem porque o exagero nunca é bom. E principalmente que realizem seus sonhos.
Um grande beijo aos calouros do Brasil! :**
sexta-feira, 26 de dezembro de 2008
não tenho nada a dizer além de que sexo tântrico é da hora, mesmo eu não tendo praticado...
como não sei que palavras usar vai aqui uma breve explicação!
Começando
Faz parte do ritual tântrico iniciar o sexo com uma contemplação e adoração mútuas, com palavras doces e carícias, fazendo amor com os olhos bem abertos, sem dispersão ou agressividade, sem pressa e com sentimento. Depois das carícias tântricas, o passo a seguir é o sexo tântrico, cujo objetivo principal é prolongar a excitação sexual do casal. O pênis do homem deve penetrar a vagina de sua companheira, mas apenas cerca de dois centímetros e meio. O homem mantém o pênis dentro um minuto, depois o retira e o descansa sobre o prepúcio do clitóris da companheira antes de voltar a penetrar. Esse jogo deve ser mantido por cerca de vinte minutos, quando se iniciam as dez posições básicas do sexo tântrico. Essas devem ser executadas seguidamente ao longo de duas horas. Devem ser alternadas por descansos e pausas para que o casal descanse, a ereção se distensione e os corpos reponham forças bebendo ou comendo algo leve.
As posições
Depois da introdução, o sexo tântrico começa com o casal sentado, os dois levemente inclinados para trás e se apoiando o peso nos braços. A penetração é lenta e os movimentos pélvicos circulares. A seguir acontece a penetração profunda. A mulher deve abrir bastante as pernas, quase em forma de V. Compensando o esforço físico anterior, o sexo segue com o casal sentado, cara a cara, os corpos erguidos e as pernas entrelaçadas. É uma postura para abraçar-se, acariciar-se e deixar que circulem os sentimentos. A postura clássica do missionário é a quarta etapa. O homem deve procurar a todo momento retardar e refrear sua ejaculação, porque a quinta etapa o levará a uma postura mais cômoda: com o homem deitado, a mulher se senta agachada sobre ele em plenitude completa, ambos unidos pelas mãos, fazendo movimentos pélvicos circulares.
Um momento de descanso
A sexta posição é uma variação da anterior: o homem coloca algum apoio (almofadas) sob as costas, nos quais pode apoiar-se. Assim, a mulher pode mostrar-lhe seu corpo e oferecer-lhe seus seios para que ele os beije. O sétimo passo obriga ambos a se olharem nos olhos e a deter a marcha da relação. É um passo difícil, mas é obrigatório para conservar a energia até o final. Para isso, uma postura clássica com o homem recostado sobre ela é o ideal. Depois do instante de relaxamento, a oitava etapa coloca o homem em cima, por trás da mulher, ambos estirados, com penetrações profundas. O nono momento é o das tesouras. É uma postura atípica, na qual ela recebe quase de costas, passando uma perna sobre a cintura do parceiro, que a penetra profundamente, entrelaçando os corpos. É o prelúdio da última postura: ele está semi-incorporado e ela e se senta sobre ele, dando-lhe as costas e deixando-se penetrar suavemente enquanto ele lhe acaricia os seios e beija o pescoço. Um êxtase de prazer infindável e muito mais intenso que um orgasmo comum. Isto é o hiperorgasmo, um estado quase sobrenatural de nossa sexua
lidade que se pode alcançar através do sexo tântrico.
lidade que se pode alcançar através do sexo tântrico.Sem pressa
O hiperorgasmo não é um espasmo de alguns poucos segundos, mas um estado de êxtase iluminado. Mas é possível a qualquer pessoa alcançá-lo? Não é preciso ser nenhum atleta sexual para atingir o hiperorgasmo. Mas algumas condições básicas são necessárias. Sensibilidade, sutileza, desinibição, concentração, capacidade de se esquecer do tempo e das obrigações são indispensáveis. Além disso, é preciso renunciar à pressa, às comidas gordurosas, às bebidas alcoólicas, ao fumo e, em especial, não focalizar no orgasmo como único foco importante do sexo.
Além dos limites físicos
O sexo tântrico é uma filosofia de comportamento. É preciso um mínimo de três horas para cumprir com sucesso as diversas etapas e alcançar um estado tal de hiperestesia erógena (alta sensibilidade), que se transforme no tão desejado hiperorgasmo. É como ultrapassar o prazer físico até uma dimensão que supere exatamente os limites físicos. O hiperorgasmo não é um espasmo físico, mas sim o ponto mais alto do prazer, com uma duração bastante acima do comum. Quem já experimentou garante que dura horas, embora provavelmente seja mais certo falar de minutos. O estado de prazer é tal que pode incluir a perda de consciência.
Um maremoto de prazer
Os defensores do sexo tântrico descrevem assim o orgasmo comum: "os simples mortais imaginam que o máximo do prazer é alcançar um orgasmo comum. A verdade é que experimentaram apenas um espasmo nervoso acompanhado de um pequeno prazer durante um curtíssimo espaço de tempo". E eles mesmos definem o hiperorgasmo como "um maremoto de prazer indescritivelmente melhor do que um orgasmo comum, que mantém o êxtase por tempo ilimitado". Quem já experimentou as carícias tântricas, o sexo tântrico e o hiperorgasmo, diz que essas práticas mudaram suas vidas. A vida fica mais alegre, a produtividade aumenta. Os praticantes também argumentam que se tornam mais sábios, porque alcançaram uma nova dimensão do ser humano. O hiperorgasmo depende exclusivamente da vontade de cada um, mas há algumas condições básicas que devem ser cumpridas para chegar a esse estado superior do prazer.
O importante é o caminho
A primeira condição é romper com a idéia ocidental contemporânea de praticar sexo. Essa é uma idéia primária e instintiva, com foco na reprodução. A finalidade do sexo no Ocidente é chegar ao orgasmo. O sexo tântrico, ao contrário, tem como objetivo o prazer da prática em si mesma, sem objetivo final. Se a relação dura menos de uma hora, o tantrismo a considera ejaculação precoce. O carinho mútuo e a sensibilidade compartilhada são fundamentais nessa prática. A pressa está proibida e, nas várias horas que deve durar a relação, é preciso esquecer-se do mundo. É importante sentir-se leve, ágil e livre. Por isso, é preciso alimentar-se de maneira saudável, sem nenhum excesso, sem álcool, fumo, carnes vermelhas, gorduras ou doces. O ambiente precisa ser tranqüilo, acolhedor, com música suave. Deve-se dar importância a todos os rituais. A prática tântrica precisa ser compartilhada pelo casal. Deve ser uma oferenda vital, a ser realizada com os olhos e o coração bem abertos. As várias horas de atividade devem ser alternadas com períodos de descanso, para relaxar os sentidos e alcançar mais prazer. O tantrismo crê que a ejaculação é um desperdício de energia vital, por isso ensina o homem a controlá-la e adiá-la. Calma, paciência, doçura, olhos nos olhos, sem pressa... condições básicas para passar das carícias tântricas ao sexo tântrico e deste ao hiperorgasmo, o auge do prazer sexual.
o que me fascino em tudo isso, é que não adianta praticar se não houver um real envolvimento das duas pessoas, que se não houver sentimento não se chega ao prazer! os dois têm que se dedicar total e completamente para que cheguem ao hiperorgasmo, ou seja, é o verdadeiro prazer mútuo!
beijos a todos os praticantes do bom sexo :*
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